TEMPO DE IRRIGAR

MODELOS DE PROJETOS DE BENEFICIAMENTO DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS COM SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO:



O presente trabalho constituiu um esforço da antiga Diretoria de Engenharia Rural do DNOCS - Equipe de Coordenação do PROINE, por mim dirigida, no sentido de uniformizar e racionalizar procedimentos no que toca a elaboração de pequenos projetos de irrigação à nível de propriedade privada.

sábado, 11 de setembro de 2010

COMO SE PROJETAR UMA PEQUENA BARRAGEM
ACUMULAÇÃO DE ÁGUA -AÇUDAGEM


Água substância essencial a vida, dela depende o desenvolvimento de todo ser vivo, faz parte de sua fisiologia, fornecendo no momento exato, diluído ou combinado em sua estrutura todos os elementos nutritivos, para que se desenvolvam e produzam o máximo de seu rendimento.
Aqui, trataremos da utilização da água na agricultura, principalmente naquelas propriedades em que este “bem”, é escasso e/ou são insuficientes para atender as necessidades das mesmas, nos períodos de estiagens, muito comum em determinadas regiões do Brasil. Assim, a construção de barragens, é o único meio possível de armazenar água, em volume adequado para atender essa atividade, bem como, os demais usos da propriedade agrícola.
Não se trata de um trabalho inédito, mas de compilação de dados, em estudos realizados por técnicos do “DNOCS”, Autarquia Federal, atuante na Região Nordeste, bem como em notas de estudo e trabalho de campo por mim realizado.
O “formulário” utilizado, a meu ver, é adequado para os cálculos apresentados, mas outros métodos e formulas, poderão ser aplicados, sem prejuízo da segurança do projeto.
1 – Tipo de Barragens
As barragens podem ser de terra ou de alvenaria, de pedra ou de concreto. As primeiras resistem ao empuxo das águas pelo próprio peso do maciço, as segundas são construídas em formas geométricas de arcos múltiplos, de parábolas, etc., de modo que as resultantes dos empuxos recaiam sobre os mesmos, distribuindo-se no terreno, o qual deverá ser bastante resistente.
Para o caso de armazenamento de água para irrigação e demais usos na propriedade agrícola, a barragem de terra é uma das mais adequadas, visto que os insumos necessários à sua construção são quase que totalmente encontrados na propriedade, o que resulta no barateamento da obra e principalmente para aqueles casos em que a fundação recaia sobre terra.

2 – Localização da Barragem
A escolha do local, sempre que possível, deve recair sobre uma garganta estreita, o mais próximo possível da área a ser beneficiada. Deve ser alimentada por uma bacia hidrográfica de área razoável e inundar uma área regular para garantia do suprimento.
Embora cada barragem de terra tenha problemas específicos, à sua construção, existem normas gerais que são comuns a todas elas: determinação da área da bacia de capitação; cálculo da descarga máxima esperada dessa bacia; dimensionamento do sangradouro (extravasor ou ladrão); estudo da fundação e estabilidade da construção; proteção contra as ondas; dimensionamento da barragem; etc. Todos estes itens, só serão possíveis de determiná-los, após um levantamento topográfico plano-altimétrico, que possibilite desenhos em escala adequada, onde se visualizem todo o contorno da bacia hidrográfica e hidráulica com relevos, depressões, rios, riachos, etc., existentes. De posse desse estudo, é possível locar o eixo da barragem, traçar as curvas de nível se possível, de metro em metro, baseada nas quais se calcula o volume global de acumulação da barragem bem como, o nível da soleira de sangria.

2.1 – Descarga Máxima Esperada

O levantamento topográfico da bacia hidrográfica permite uma classificação do tipo de bacia, muito importante para os cálculos de vazões e segurança da barragem. Outro item importante é a precipitação média anual na bacia hidrográfica, dados coletados de Estações Pluviométricos em publicações especiais.
A relação entre o volume total de chuva caída e a parcela escoada sob a forma de enxurrada, durante determinado período de tempo, em geral um ano, constitui o que se chama de Volume Afluente Anual. Representa papel importante, para se calcular o volume possível de ser acumulado em um determinado período de tempo, desde que se conheçam a área da bacia e as perdas de água por infiltração e evaporação.
A fórmula: Va = R% H U A, permite calcular o “volume afluente anual”.
Onde: R% = rendimento em percentagem
H = alt. Em metros
U = coeficiente de correção
A = bacia hidrográfica em

Sendo: R% = Rmm/10H

Donde: segundo fórmula do Engº Aguiar
Os valores de U correspondentes a vários tipos de bacias hidrográficas
Tipo --Bacia Hidrográfica----------------------------------------U
-1------Pequena íngreme e rochosa---------------------------1,3 e 1,4
-2------ Bem acidentada sem depressões evaporativas---1,2
-3------Média------------------------------------------------------1,0
-4------Ligeiramente acidentada------------------------------0,8
-5------Idem com depressões evaporativas-----------------0,7
-6------Quase plana, terreno argiloso------------------------0,65
-7------Idem, terreno variável---------------------------------0,6
-8------Idem, terreno arenoso---------------------------------0,5

2.2 – Cálculo do Volume a ser acumulado
Para calcular o volume de água possível de ser acumulado, efetua-se o levantamento planialtimétrico da bacia a ser inundada, determinando-se as áreas circunscritas pelas curvas de nível consecutivas. A semi-soma de duas áreas consecutivas, multiplicada pela diferença de nível entre ambas, dará volume parcial; a soma dos volumes parciais, o volume total. O cálculo da capacidade do reservatório para uma repleção total em dois anos de período chuvoso é dado pela fórmula: C = 2Va.
Fixar através do diagrama das áreas e volumes, a cota que mais se aproxime da capacidade calculada. Esta cota será a da soleira do sangradouro, que corresponde à altura máxima de acumulação.

2.3 = Determinar a descarga máxima secular pela formulado Engº Aguiar:
Sendo: S = área da bacia hidrográfica, em
L = linha de fundo, em Km (igual ao comprimento do riacho barrado)
K, C = coeficientes que dependem do tipo da bacia.

Coeficiente Higrométrico (K e C)
Bacia Hidrográfica ------------------------------------------Tipo----K------ C
Pequena, íngreme, rochosa --------------------------------1 ------0,10 --o,85
Bem acidentada, sem depressão evaporativa-----------2 ------0,15 --0,95
Média-----------------------------------------------------------3 ------0,20 --1,00
Ligeiramente acidentada-----------------------------------4 -------0,30 --1,05
Ligeiramente acidentada apresentando dep. evap.----5 -------0,40 --1,15
Quase plana, terreno argiloso-----------------------------6 -------0,65 --1,30
Quase plana, terreno variável ou ordinário-------------7 -------1,00 --1,45
Quase plana, terreno arenoso-----------------------------8 -------2,50 --1,60

3 – Projeto da Barragem
Elaborados os estudos preliminares que determinam os parâmetro básicos da barragem , escolhido o boqueirão e apontado o possível local do sangradouro, pode-se elaborar o projeto da barragem, que deverá ser desenhado em escala apropriada : a planta da bacia hidráulica incluindo boqueirão e sangradouro em curvas de nível de metro em metro.

3.1 – Determinar a Largura do Sangradouro
A área da seção do sangradouro deve ser suficiente para dar vazão ao máximo de enxurrada, não permitindo que o excesso de água passe por sobre a barragem, o que ocasionaria sua ruptura.
Calcular pela fórmula a largura do sangradouro:



Onde: Qs = Descarga máxima secular
H = lâmina de sangria

3.2 - Cálculo da Proteção Contra a Ação das Ondas
Determinar a folga da barragem pelas fórmulas:

sendo:
h = altura da onda em metro.
F = distância em Km entre a barragem e o ponto mais distante da área inundada.
V = velocidade da onda, em m/s.
f = folga, em metros.

3.3 – Determinação da “Revanche” e da Cota do Coroamento da Barragem
A dimensão da “folga” dada à barragem, condicionar o valor de “H” que pode variar de 0,50m a l,00m. Donde:
R = H + f (lâmina de sangria + folga)
Logo: cota do coroamento = cota da soleira do sangradouro + revanche.

3.4 – Determinar a Largura da Crista (parte superior da barragem)Um dos fatores que contribuem para a estabilidade da barragem é a largura da crista, que deve ter no mínimo três metros.
A fórmula de Preece permite o calculo da largura da crista: Sendo:
B = largura do coroamento, em metros
H = altura da barragem, em metros


3.5 – Determinar a Largura da Base
Como estamos tratando de pequenas barragens, com até 10 metros de altura, o talude de montante terá uma declividade de 3: 1 e o de jusante de 2: 1.
O talude montante, mais extenso oferece maior estabilidade a barragem, anulando a tendência ao deslizamento e maior resistência a infiltração.

Logo a largura da base será:
B = b + H + 2H,
Onde:
B = base
b = crista
H = altura do aterro

3.6 – Volume do Aterro
Determinado o local da barragem, normalmente onde haja estreitamento da bacia hidráulica e onde os terrenos sejam formados por solos impermeáveis e firmes, apontados por sondagens a ausência de falhas nas camadas inferiores, se retira toda camada orgânica, pondo a mostra o subsolo que deve ser firme e uniforme.
O aterro deverá ser feito em camadas uniformes, se possível de 0,20m, com solos retirados do empréstimo, previamente escolhido e testado sua granulometria, umedecidos e compactados. No caso dos solos usados para formar o corpo da barragem não serem totalmente impermeáveis, permitindo infiltrações, constrói-se no meio do maciço, no sentido longitudinal do mesmo, um núcleo de material impermeável (argila tratada com uma solução fraca de soda caustica a 3%), que deverá partir da camada impermeável da fundação, até 3/4 da altura da água represada.
O volume de terra necessária ao aterro será aproximadamente igual a:

V =(b+B/2) H L + volume da fundação
Sendo:
V = volume de terra
L = comprimento da barragem
H = altura da barragem

Verificação da estabilidade do aterro:
O peso do aterro da barragem tem quer ser maior que 4/3 da força de subpressão, que é a força desenvolvida pela água infiltrada no maciço que tende a erguer o mesmo.

Sendo: subpressão = Sp = Ha x Bt/2
Onde:
Sp = subpressão em toneladas por metro
Ha = altura da água na barragem em metro
Bt = largura da base do aterro em metro

Peso do aterro = P = ( Bt x b/2) xH x d
Onde:
P = peso do aterro em toneladas por metro linear
Bt = largura da base do aterro em metro
b = largura da crista em metro
H = altura da barragem em metro
d = peso específico do material = 1

3.7 – Projetar os Muros de Proteção a Barragem e ao Sangradouro
O muro de proteção a barragem só é necessário caso o sangradouro seja contíguo ao maciço. O mesmo ocorre com o sangradouro, caso a soleira do mesmo, não seja escavada em rocha.
O muro de proteção tanto da barragem como do sangradouro, deverá ser de alvenaria de pedra, com argamassa de cimento e areia no traço de 1: 3. A chapa de proteção da soleira do sangradouro, deverá ter dois cm de espessura com traço 1: 3 ( cimento e areia).

3.8 – Determinar a Cota do Porão
Onde as estiagens são constantes e as fontes hídricas secam por um determinado período, têm-se a necessidade de se conservar certo volume de água no reservatório, para atender as necessidades da Propriedade Agrícola, bem como proteger a fauna aquática. Esse volume de água é o que se denomina de volume intangível ou porão.

Usa-se o seguinte critério para determinar a cota do porão:
hp= 4 m, para h.máxima =<10.
hp= 5 m, para h. max. =10>12m.
hp= 6 m, para h. max. =>12m

sendo:
hp = profundidade do porão
h.max.= profundidade máxima da água.

3.9 – Projetar a Tomada D’água.

a) – em sifão, nos seguintes casos:
para hp= 4 m e H até 10 m
Para hp= 5 m e H até 11 m
Para hp= 6 m e H até 12 m
sendo:
H = altura da barragem

b) – em galeria, nos outros casos.

3.10 – Calcular a Área Máxima Irrigável pela Fórmula





Em que:
V = capacidade do açude.
Vp= Volume do açude na cota do porão.
hp = cota do porão.
2,40m= evaporação anual.
8.000 = dose bruta de irrigação em um semestre.

Obs.: considerando o reservatório cheio no fim das chuvas (inverno) e que a área seja irrigada no verão seguinte e no inverno subseqüente, considerado seco.

3.11 – Cálculo da descarga mínima da tomada d’água

Q = 0,8 A
Sendo:
A = área irrigável em ha
Q = descarga em l/s

3.12 – Organizar o Orçamento da Obra.

Elaborar o quadro de cubação, abrangendo:
1 – corpo da barragem
2 – cava de fundação
3 – áreas dos taludes
4 – corte do sangradouro

Organizar o orçamento abrangendo os seguintes itens:
1 – Trabalho preparatório:
- roçagem.
- remoção da terra vegetal.
2 - Barragem:
- escavação para fundação.
- empréstimo de terra silico-argilosa.
- espalhamento, expurgo, umedecimento e apiloamento, em camadas de 0,20m das terras aplicadas no aterro.
- preparo e regularização dos taludes.
- transporte do material retirado e aplicado no aterro.
3 – Muros de proteção e fixação (à barragem e ao sangradouro)
- escavações.
- alvenaria de pedra e chapa de proteção da soleira do sangradouro.
- transporte do material retirado e aplicado na construção do sangradouro.
4 – Tomada d’água e medidor (sifão):
- tubo de ponta e bolsa.
- registro de gaveta.
- válvula de retenção com crivo.
- tê com bujão - curva de 26º 30º.
- material vedante - mão de obra.
5 – Instalação – 1% do total .
6 – Administração – 5% do pessoal.
7 – Eventuais – 10% do total.

3.13 – Resumo Geral, Constando de:

1 – Situação geográfica da obra, constando do nome do açude; capacidade; município; estado; proprietário; valor orçado da obra.
2 – Características gerais, contemplando: estudos realizados: dimensões e características da bacia hidrográfica e hidráulica; climatologia da área; detalhes sucintos da barragem, sangradouro, tomada d’água.
3 – Desenhos em escala adequada do contorno da bacia hidrográfica e hidráulica; perfil longitudinal da barragem e transversal ao sangradouro; seções de 20 em 20m da barragem e longitudinais do sangradouro;

domingo, 25 de julho de 2010

Metodologia

Os modelos para Elaboração de projetos de irrigação estão constituídos de três capítulos:
1. Projeto de Investimento;
2. Projeto de Engenharia de Irrigação;
3. Anexos.
1. Projeto de Investimento:
Em linhas gerais mostra a identificação do mutuário e dos imóveis à beneficiar, bem como, características físicas e climatologia da micro região onde se encontra a propriedade;
Os recursos de solo e água disponíveis e / ou a potencialidade existentes;
O uso atual das terras e as benfeitorias existentes;
A avaliação da propriedade e compromissos assumidos com Instituições Financeiras referentes ao imóvel ou produção;
O sistema atual de exploração do imóvel; a produção obtida no último ano e o processo de comercialização da mesma;
O plano de investimento proposto, com uma descrição dos melhoramentos a serem introduzidos, bem como da execução das obras e funcionamento dos equipamentos;
A tecnologia empregada no processo de exploração com os melhoramentos introduzidos;
As inversões financeiras detalhadas com épocas oportunas de realização de programas, de produção e venda Demonstrativos de Receitas, Custos e Capacidade de Pagamento até o do ano de consolidação do projeto;
Esquema de retorno do capital financiado ao agente financeiro;
Parecer da Equipe de Elaboração do Projeto sobre a viabilidade técnica econômico do empreendimento.


FICHA DE IDENTIFICAÇÃO Nº_______



1 - Proponente

- Nome:______________________________CPF:___________Est.Civil:_________.

- Residência:

- Tradição na Agropecuária:_______Anos.

- Outras atividades que exerce:


1.2 - Característica da Empresa:


1.3 - O imóvel a Beneficiar


1.3.1- Caracterização Geral:


-Denominação:_____________________________, Nº Reg.INCRA:__________.


-Município:___________________________,Distrito:_____________________.


- Regime de Exploração: (conta própria, outro).


-Mão-de-obra Disponivel:(homem dias).

a) - Familiar:___________, b) - Assalariada:[ permanente:____,temporária:_____ ].


- Melhor Itinerário para o Imóvel:



1.3.2 - Características Físicas:

- Fisiografia: ( relato sucinto da situação fisiográfica da área dop projeto, referente a relçevo, vegetação, etc.).

- Clima : ( obter através de estação metereológica próxima da área, dados climatológicos possiveis:(chuvas, temperaturas, velocidade dos ventos, insolação, umidade relativa do ar, etc.).

- Solos: Constitui um elemento básico na irrigação; descrever as características dos solos da propriedade como um todo, e detalhada da área a irrigar, ( textura, estrutura,desidade aparente, porosidade, infiltração e permeabilidade).

1.3.3 - Recursos Hídricos:


sexta-feira, 23 de julho de 2010

ESPLORAÇÃO ATUAL

1.3.6 - Semoventes:

1.3.7 - Máquinas, Implementos e Veículos:


(1) - Registrar, conforme o caso os itens: tratores, grades, arados, carretas, carro de boi, cultivadores, eletro e/ou moto-bombas, caminhões etc.
(2) - Tipo, capacidade e/ou potência.

1.3.8 - Esploração Atual: (Descrever as principais linhas de exploração do imóvel, indicar as áreas exploradas por culturas e o sistema de cultivo).
-
-
-

1.3.9 - Produção obtida no último ano:

quinta-feira, 22 de julho de 2010

AVALIAÇÃO DO IMÓVEL

1.3.10 - Avaliação do Imóvel:


1.3.11 - Dívidas Bancárias do Proponente:


quarta-feira, 21 de julho de 2010

O PLANO PROPOSTO

1.3.12 - O Plano Proposto:

- Enurmerar as obras a serem implantadas, bem como, as aquisições de implementos, máquinasagrícolas, veículos, os equipamentos de irrigação e outros.

-Indicar o processo de exploração programado, sumarizando: a) - época e modalidade das operções de fundação, manutensão e colheita (exploração agrícola); b) - condições de manejo e alimentação do rebanho bovino e outros (exploração pecuária).

1.3.13 - Indicadores Técnicos Previstos¹:



(1) - Parâmetros a serem utilizados na elaboração dos quadros : "evolução o rebanho, programa de produção e vendas e custo de produção".

1.3.14 - Caracterização do Processo Produtivo:
- Objetivos:
Os objetivos de tipo geral pretendidos com a implantação das obras e investimentos na modernização do sistema produtivo. A introdução da irrigação e o aproiveitamento racional dos recursos hídrficos, fator gerador de riqueza e segurança na obtenção de produção e renda,mesmo nos anos de estiagens.
- A melhoria do rebanho existente com a racionalização do manejo, aquisição de matrizes selecionadas,etc,.
- A utilização de mudas e sementes selecionadas, bem como, o uso de adubos e defensivos agrícolas.
- A assitência técnica, tanto na orientação do manejo produtivo, comol, na comercialização dos produtos.

terça-feira, 20 de julho de 2010

PROGRAMA DE: Produção e Vendas - Inversões e Aplicação de Recursos

1.3.15 - Programa de Produção e Vendas:

(1) - Indicar, em nota de rodápé, a raça ou grau de mestiçagem dos animais vendidos para rfeprodução e outras informações complementares de interesse.
(2) - Produtos agrícolas: adotar preços mínimos governamentais; quando iniexistentes utilizar o preço de mercado;
- Produtos pecuários: a) - leite, novilhos/as para reprodução, suinos, ovinos, cap´rinos - adotar preços vigentes noi mercado local; b) - bois de engorda, novilhos gordos de cria e vacas descartads- tomar 80% do preço da arroba vigente no mercado local.

1.3.16 - Programa de Inversões/Cronograma de Aplicação e Liberação de Recursos:


Obs.: Especificar cada ítem, como seja: raça mestiçagem e idade dos bovinos a adquirir; tipos de construções; veículos tratores, etc.; incluir como ítem final a cpomposição de dívidas do proponente.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

RECEITAS, CUSTOS E CAP. PAGAMENTO

1.3.15 - Receitas, Custos e Capacidade de Pagamentos -(R$)


a) - Capacidade de Pamento = saldo disponível (III - I) + Depreciação (coeficiente variável sobre os custos fixos).
b) - (30% a 70% de V).

1.3.16 - Instruções Sobre o Quadro (1.3.15)

1) - transportar valores do Quadro - 1.3.13 (Programa de Produção e Vendas);
2) - Compreende slários de administrador e capataz, quando houver, incluir o 13º salário. Não admitir em qualquer hipótese, salários inferior ao mínimo oficial local;
3) - Salários de agrônomo, veterinário, técnico agrícola ou qualquer outro técnico acaso contratado pela empresa. Incluir, também, se for o caso, pagamento de serviços mensais prestados por técnicos, mesmo sem ser em tempo integral. Indicar nº e salário de cada um na folha " Critérios Adotados na Estimativa dos Custos".
4) - Indicar valor da retirada do empréstimo para subsistência da familia. Admitir, para pequenos e médios produtores, um valor anual de 12 x 2,2 salários mínimo. Não calcular a subsistência da familia quando o proponente auferir renda extra-rural, devidamente comprovadas;
5) - Calcular 2,5% sobre o valor de máquinas, equipamentos, veículos e instalações (cercs, açudes ,currais, est´bulos,etc.);
6) - Calcular 20% sobre o valor de veículos e 10% sobre o valor de máquinas e equipamentos (tratores, motores, máquinas forrageirs, etc.);
7) - 0,2% sobre o valor da terra nua, ou o valor constante do INCRA para o ITR;
8) - Culturas temporárias: calcular à base de 40% a 70%, conforme a cultra, sobre o valor das receitas brutas das culturas explorads, o que dispensrá o cálculo das rubricas (sementes, adubos,
corretivos e defensivos agrícols). Culturas permanentes: incluir neste item somente o valor dos salários anuais de manutensão e/ou colheita das culturas, calculando nos demais itens as despesas respectivas de sementes, adubos, corretivos e defensivos, além de fretes. Quando for possivel e conhecido, aplicar para cada cultura um percentual que agregue todas as despesas de manutensão e colheita, o que dispensaria o cálculo isolado de cada item;
10) - Calcular 15% sobre a pauta estadual de cada produto ou sobre o preço de mercado, quando não houver pauta. Na maioria dos casos, dependendo da confirmação do agricultor, este item será deixdo em branco, tendo em vista que: a) - quando forem tomados preços mínimos não haverá cômputo de ICM; b) - em grande parte dos casos o ICM é pago pelo comprador dos produtos da empresa, sendo o preço fixado já no seu valor líquido;
11) - Calcular 2,5% sobre o valor d receitas do programa de produção;
12) - considerar os juros pagos nas operações de custeio direto ou através de cooperativas a financiamentos para en gorda e recria de bovinos, formação de culturas de milho, feijão e outras culturas de ciclo até dois anos. Calcular, em operações diretamente feitas com Bancos, o percentual previsto no M.C.R., ao ano sobre o valor do custgeio rural contratado anteriormente, computar-se-à tambem nesse item, no Ano I, o valor dos juros a serem pagos;
13) - Indicar o valor se houver;
14) - Indicar o valor, quando houver, detalhar unidades e quantidades consumids por período determinado na folha "Critérios Adotados na Estimativa de Custo";
15) - Indicar o valor gasto anualmente;
16) - Efetuar o cálculo, indicando, na folha "Critérios Adotados na Estimativa de Custos", o tipo de ração e os quantitativos ministrados por e´pécie e categoria animal. Menscionar o preço unitário por kg;
17,18,19) - Indicar o valor quando houver. Menscionar na folha "Critérios Adotados na Estimativa de Custos", os quantitativos por cultura e preço unitário por kg;
20) - Indicar valor, quando houver;
21) - Calcular 2% sobre a sub-soma dos demais itens dos "Custos Variaveis";
22) - Indicar valor dos juros a serem pagos a cada ano sobre o empréstimo de acordo com os percentuais previsto no M.C.R.

domingo, 18 de julho de 2010

Esquema de Reembolso

1.3.18 - Esquema de Reembolso¹





(1) - Os prazos de carência e amortização de empréstimo serão função da capacidade de pagamento da empresa.


1.3.19 - Parecer Final:

- Dentro deste tópico, serão feitas considerações sobre a viabilidade socio-econômica do projeto;

- Um relato sucinto sobre o mercado consumidor da produção da empresa, bem como, o de obtenção dos insumos utilizados no processo produtivo;

- O custo/benefício com o desenvolvimento do projeto, para o produtor e para as áreas vizinhas;

- O tempo de consolidação do projeto,etc.


Equipe Técnica Elaboradora do Plano:

_________________________________ .


1.3.20 - Anexos Indispensáveis:


1 - Croquis do imóvel indicando disposição das culturas, aguadas e benfeitorias existentes e projetadas;

2 - Orçamento e plantas das construções civis e instalações;

3- Estudos técnicos de irrigação;

4 - Cartas-propostas das firmas vencedoras das aquisições de máquinas e implementos;

5- Quadro de evolução do rebanho e suporte forrageiro;

6 - Custos operacional por ha das culturas (fundação);

7 - Outros elementos que julgar conveniente.

sábado, 17 de julho de 2010

Usos Atuais das Terras

1.3.4 - USOS ATUAIS DAS TERRAS

1.3.5 - EDIFICAÇÕES E INSTALAÇOES

(1) - Registrar, conforme o caso, os itens: casa-sede, casas de colonos, cercas, depósitos, estábulos, etc.).
(2) - Tipo de constgrução, capacidade c/ou dimensões.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

PROJETO DE ENGENHARIA

2 - Projeto de Engenharia:
- Dentro deste tópico, são planejadas com detalhamento a execução de obras e/ou utilização de equipamentos e estruturas especiais com base em estudos, levantamentos topográficos das áreas a serem transformadas, elementos ambientais e das explorações a serem implantadas, definidos através de pesquisas de campo e/ou análise laboratorial, bem como, dados experimentais adquiridos em projetos análogos;

2.1 - Sistema de Irrigação por Condutos Forçados: (Irrigação por Aspersão e Localizada).

-DADOS BÁSICO¹
a) - Localização Geográfica
- Latitude
-Longitude
b) Climatologia
- Pluviometria (média mensal em mm)
- Insolação (média mensal em horas de luz/dia)
-Temperatura Mensal (médias das médias em °C)
- Umidade Relativa do Ar (média mensal em %)
- Intensidadedos Ventos ( média mensal em m/s)
- Evapotranspiração Potencial (média mensal em mm): tem sido calculada pelo método de Hargreaves, em função da latitude e da temperatura média mensal.

(1) - Estes dados são gerais, comuns a todas as modalidades de irrigação, sendo usados conjuntamente com elementos das culturas e dos solos das áreas aserem irrigadas, nos cáculos do s dados básicos específicos para a elaboração do sistema de irrigação definido.